Este é um mundo despedaçado. A civilização humana mal sobrevive no planeta após a catástrofe das feras cortantes; a chama da civilização arde intermitente nas fortalezas subterrâneas, enquanto, no espaço, a elite da humanidade trama o plano definitivo para contra-atacar as feras. Ainda assim, o futuro da humanidade parece obscurecido, com poucas estrelas brilhando em seu caminho... "Portanto," suspira um mestre do estágio mais elevado da cultivação, que, após cento e vinte e cinco anos de árduo cultivo, falhou na travessia da tribulação e teve sua alma fragmentada lançada neste mundo estranho, "que culpa tenho eu nisso tudo?" ———————— Nota do autor: Ficção científica apocalíptica com protagonista cultivador. Para conhecer meus livros antigos, basta clicar no meu nome, não vou apresentá-los um a um, mas garanto minha reputação. Novos grupos de leitores serão criados quando houver tempo. Durante a publicação paralela, as atualizações seguirão um ritmo estável; após o lançamento oficial, poderei aumentar a frequência conforme possível.
Que lugar estranho.
Wang Jixuan vasculhava superficialmente as memórias desse corpo, sentindo-se um tanto confuso. Em que tipo de mundo peculiar ele havia se metido? Não havia lendas sobre imortais por aqui, tampouco sinais de cultivo espiritual. Os humanos, chamados de humanidade, viviam neste planeta azul, e, no momento, tentavam sobreviver em meio a grandes dificuldades após uma catástrofe global.
Catástrofe? Bestas-lâmina?
Que confusão era essa? Teria o Reino dos Demônios invadido este lado?
A alma residual de Wang Jixuan estava em processo de fusão com aquele corpo. Para ser exato, o jovem chamado Mu Liang havia tirado a própria vida por enforcamento instantes antes, e foi nesse momento que a alma de Wang Jixuan chegou, pouco a pouco tomando posse do novo corpo.
Tomar posse? Não, não, não, isso era coisa de demônios e criaturas malignas.
Wang Jixuan preferia chamar sua situação atual de...
Renascimento!
Imensurável Celestial!
A calamidade dos céus não conseguiu me deter?
Wang Jixuan queria rir alto, mas ainda não conseguia sentir plenamente o corpo. Sobrevivente de uma tribulação celestial, não pôde evitar de revisitar a própria existência, longa e, ao mesmo tempo, breve.
Sentia-se como uma piada.
Era considerado um gênio do cultivo espiritual, o maior de dez mil anos. Passou a vida trabalhando arduamente para corresponder ao seu talento. Viveu ao todo cento e vinte e seis anos, sendo cento e vinte deles em retiro nas montanhas.
Quando seus pais, que eram mortais, morreram, ele não aparece