Se eu viajasse de volta à dinastia Song, deveria compor versos e celebrar a beleza da natureza, ou preparar tropas e disputar o domínio do mundo? Seja como for, antes de tudo, é preciso encher o estômago.
“BAM! BAM! BAM!...”
O grande portão de ferro do pátio rural ressoava sob as batidas insistentes, e do lado de fora ecoava a voz do entregador: “Zhu Ge, a sua encomenda! Zhu Ge, Zhu Ge...”
“Já vou, já vou!”
Zhu Ming, recém-saído do banheiro, espreguiçou-se ao sair para abrir o portão.
O entregador era um velho conhecido. Estava ao lado da van, sustentando a quina da caixa de papelão: “Zhu Ge, o que foi que você comprou? Nem consigo levantar sozinho.”
“Está na hora de você fazer algum exercício, não aguentar sessenta quilos...” Zhu Ming riu.
“Só sessenta? Eu diria que pesa uns oitenta... Zhu Ge, meu carrinho quebrou, dá uma força aqui.”
Juntos, carregaram a caixa para dentro do pátio, depositando-a com cuidado.
Zhu Ming prontamente abriu o embrulho para conferir o conteúdo, enquanto o entregador sacava o celular para filmar a abertura. A encomenda estava segurada por um alto valor – não temiam danos no transporte, mas sim que alguém a trocasse por tijolos ou pedras.
Com o estilete, Zhu Ming cortou a fita transparente e, após remover camada sobre camada de embalagem, logo surgiram as primeiras placas de armadura. Zhu Ming assentiu: “Tudo certo.”
“Então assine aqui pra mim.” O entregador sorriu, satisfeito.
Após o recebimento, o entregador não se apressou em partir; gostava de apreciar as excentricidades na casa de Zhu Ming.
Zhu Ming era um divulgador de história, vivendo de vídeos e transmissões ao vivo, às vezes aceitando propagandas de qualidade duvidosa – escovas de dentes elétricas, panelas autoaqu