Um sorriso, e trovões retumbam; uma ira, e os mares gelam sob o céu. Uma mão rasga os firmamentos, uma espada dança sob os céus sem fim! Um homem, uma espada—orgulhosamente desafiam os nove céus!
Nove Céus. Entre mares de nuvens, a Plataforma do Trovão e do Vento, a Fenda Celestial!
Aqui jaz a Plataforma do Trovão e do Vento, nos Três Altos dos Nove Céus — um abismo absoluto!
Aqui, podem-se tocar os ventos e trovões, entrar e sair pela Fenda Celestial!
Mas neste instante, sobre a Plataforma do Trovão e do Vento, reina um nevoeiro sangrento e fétido!
“Chu Yang, entregue a Espada dos Nove Calamidades! Poupar-te-emos a vida!”
“Chu Yang, a morte já te ronda, é melhor que entregues a Espada dos Nove Calamidades. Assim, ao menos, deixaremos teu corpo intacto!”
“Chu Yang, um artefato divino como a Espada dos Nove Calamidades nas tuas mãos é puro desperdício. Quantos anos se passaram e não fizeste progresso algum, é uma afronta aos céus! Entregue-a…”
Clamores estrondosos ecoavam de todos os lados.
No centro da Plataforma do Trovão e do Vento, sobre uma rocha que sobressaía levemente, Chu Yang, vestido de negro, banhado em sangue, cabelos desgrenhados, ostentava no rosto uma frieza perene. O olhar, pétreo e resoluto, mantinha-se impassível; o corpo, ereto como uma lança.
Tal como a espada em sua mão — repleta da dignidade de jamais se curvar, antes partir que vergar!
Ainda que já estivesse gravemente ferido!
A seus pés, num raio de centenas de metros, incontáveis membros e corpos dilacerados, sangue a escorrer em profusão.
Contemplando os mestres ao redor, que apenas gritavam mas não ousavam avançar, um sorriso de escárnio, arrogante e desdenhoso, desenhou-se nos lábios de Chu Yang.
Mesmo diante